Respeito
Um portal secreto para a consciência
O respeito é um ato de consciência genuína. Não tem nada a ver com "parecer" uma boa pessoa ou seguir regra social. Respeito de verdade vem do despertar interno. Ele nasce quando a gente enxerga o valor invisível nas pessoas, nas fases da vida, nos momentos mais profundos. É quando você entende que a vida é muito maior do que os seus julgamentos.
E aí eu te pergunto: você já pensou no respeito que a morte exige? Sim, ela exige. Porque ela não pede licença, não marca hora, mas quando chega, é um portal sublime. E diante desse portal… silêncio. Reverência.
Não importa quem foi fulano. Não importa se “ah, mas ele não merece.” CUIDADO. Muito cuidado. Porque quando a gente acha que pode decidir quem é digno ou não de respeito na hora da morte, estamos brincando com karma pesado. A morte não é lugar pra acertar contas. É lugar de compreensão. De fim de ciclo. Assim como o nascimento, a morte é um ponto sagrado da vida humana.
E olha que loucura… antigamente existiam mortes públicas, onde a pessoa era humilhada até o último suspiro. Xingada, cuspida, rebaixada. Isso é carma de crueldade pura. E por mais que pareça distante, a gente ainda faz isso, só mudou o formato. Hoje é com palavras, memes na internet, comentários maldosos, cancelamentos. A gente precisa acordar. O respeito é a única resposta digna diante da finitude.
E sabe o que mais exige respeito? O tempo. Cara, o tempo é sagrado. É o que a gente tem de mais precioso e mais ignorado. Jogar tempo fora, viver ociosamente, é um desrespeito consigo mesmo. E mais: é um tapa na cara da vida. Você não precisa mudar o mundo todo, mas se você não conseguir impactar a vida de uma pessoa sequer… você tá perdendo a missão. E isso dói mais lá na frente.
Já viu um filme bom com um protagonista que só fica vendo TV no sofá? Pois é. A vida tá acontecendo na sua janela. Tá acontecendo agora. E você aí, com o controle na mão, dizendo que não tem nada de bom passando na TV. Tem sim. Mas você tá olhando pro lado errado.
E antes de dormir, faça um desafio com você mesmo.
Pergunte: "O que eu aprendi hoje?" Se a resposta for “nada”, meu amigo, minha amiga… levanta. Não dorme ainda não. Você tá cometendo um desrespeito com a vida. E ela é rápida demais pra ser vivida no modo avião. Você Ficaria com insônia? Melhor. Quem sabe essa noite te obriga a prestar mais atenção no que realmente importa. A ter um olhar periférico e requintado da vida.
E falando em olhar, vamos falar dos idosos. A parte mais bela da vida.
A vida é como a construção de uma casa. E qual o momento mais bonito de uma obra? Quando ela está quase pronta. Quando já passou pela base, pelos tijolos, pela poeira… e tá ali, firme, com história, com essência. É isso que um ancião representa. Uma vida inteira de experiências, de valores e de muita sabedoria acumulada.
Antigamente, nas guerras, nas aldeias, os anciões eram os mais protegidos. Hoje, tem gente que quer logo é que o idoso "suma" pra pegar herança. Isso é de uma perversidade silenciosa. A gente tá invertendo os valores. Precisamos agir enquanto há tempo. Antes que a gente perca a referência e só reste o vazio material.
E esse respeito também vale pra figuras que representam algo maior. Minha mãe conta que antes, quando um professor entrava na sala, os alunos levantavam. Porque aquilo ali era sagrado. Era o conhecimento entrando. “Ah, mas eu não gosto desse professor.” Azar seu. Se ele honra ou não a profissão, o problema é dele. É karma dele. Mas eu sou digno de ter um professor. Eu sou digno de beber da fonte do saber.
Um juiz representa a justiça. Um professor representa o conhecimento. E se você quiser sabedoria, honre a fonte. Onde houver sabedoria, honra. Simples assim. É sobre o que se representa. Não sobre quem a pessoa é individualmente.
A missão é maior que o mensageiro.E sabe o que isso tudo tem em comum? Respeito. Pela vida. Pela morte. Pelo tempo. Pelos símbolos. Pelos outros. Por si mesmo.
Não é sobre seguir regrinhas. É sobre despertar. Quando você acorda pra vida, percebe que dignidade não é algo que se ganha dos outros. É algo que você constrói em si.
Dignidade é o respeito que você tem por você.
E quem tem isso…
É reconhecido pelos rastros que deixa.
"Pelos vossos rastros vos reconhecerei. Pelas vossas obras vos reconhecerei."
Se você está me conhecendo agora, Prazer, sou o Max.
Um garoto jovial de 18 anos, que guarda em si muitas histórias e sentimentos. Fascinado pelo estilo anos 60, me vejo perdido em meio a tantos Jovens desvirtuados do caminho para a Verdadeira felicidade: A Moral. Tenho paixões miraculosas por: Neurociência, Psicologia, Psiquiatria, Espiritualidade, Finanças ( sou empreendedor) ,Atletismo e Dieta( Sou triatleta) Se você também curte esses temas, irá certamente curtir meu perfil aqui!
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